Ação guerrilheira anti-iPod
Vejam o caso desse sujeito revoltado com um problema no iPod e que fez uma ação guerrilheira em cima dos lambe-lambes da Apple. Vejam o filme: www.ipodsdirtysecret.com (link fornecido por Daniel Sollero). Parece que deu certo, de qualquer forma eles conseguiram uma super autopromoção:
December 23, 2003 - The Neistat Brothers are in no way affiliated with the pending class action against Apple Computer, Inc. or the law firm of Girard Gibbs & De Bartolomeo LLP. The Neistat Brothers are not partaking in the potential suit nor are they supporting it.
Our Message:
In September of 2003 the battery in my first generation ipod would hold a charge for no longer than one hour. I brought the iPod into the Apple store in Manhattan for repair and was told they do not currently offer a battery replacement program and my best option was to buy a new ipod. I then called the Apple Care 800 number regarding this issue and was told the same. I then sent my ipod to the Apple Executive office addressed to Steve Jobs with a note explaining my situation and requesting a replacement battery. The Apple Executive office contacted me via telephone to explain that Apple does not repair or replace dead ipod batteries and that it was policy of the company to recommend to the customer to purchase a new ipod when the battery fails. I then looked into and purchased a third party replacement battery, this battery was not endorsed by Apple. After the complicated installation my ipod did not work at all, even when it was plugged in. I then purchased a new ipod for $400.00.
In response to this my brother Van and I made the short film "iPod's Dirty Secret" After we finished production of the film, but not necessarily in response to it, Apple began offerring a battery replacement program for the ipod for a fee of $99 and an extended warranty for the ipod for $59.
We think Apple's new policy is fair. Our movie is a documentation of our experience.
-Casey Neistat
12.5.04
10.5.04
Marketing Invisível por Daniel Sollero
Nesse fim de semana eu assisti ao programa 60 minutes que é passado no GNT. Uma das matérias falava de marketing invisível. Segundo a matéria, as ações desse tipo de marketing consistem em colocar pessoas (geralmente atores) para usarem alguns produtos ainda em fase de pre-lançamento ou em campanha de lançamento de baixo custo, em locais públicos e aparentarem serem meros consumidores.
Foram exibidos alguns exemplos: um em que um homem vai a um cafe (tipo starbucks), liga o seu laptop e começa a usar uma luva (esse é o produto) que faz o papel de mouse, joystick e sei lá mais o que no computador. Algumas pessoas passam e dão uma olhada. Entre essas pessoas, é claro que algumas chegam a perguntar o que é aquela luva. Bom, o ator fala o script de uma forma hiper casual e ainda pergunta se o cara quer dar um email para que possa mandar as informações do produto para o prospect.
O programa levanta a questão da ética nesse tipo de prática e chega a perguntar a duas pessoas sobre o que elas achavam da abordagem. Um respondeu que não se importava pois era atingido diariamente por milhares de ações de marketing e que, pelo menos, esse era um produto que ele demontrou interesse. Já o outro entrevistado respondeu que achava um absurdo, que achava que tinha sido enganado e que até saber que era uma ação de marketing, ele estava "voltando a ter fé nos nova iorquinos" e que achava que a conversa que ele havia tido com o ator parecia ter sido autentica mas que na verdade era simplesmente uma venda. Esse ficou revoltado.
Eles deram outros exemplos como o do lançamento do celular com maquina fotográfica da Sony-Ericsson e um cigarro. A ação dessa marca de cigarro consistia em uma mulher bonita deixar o maço sobre o blacão do bar e pedir fogo para outras pessoas. Geralmente ela comentava algo como " nós estamos sendo perseguidos. É dificil achar alguém que fume hoje em dia". Nessa hora começava uma conversa e ela "casualmente" falava da marca nova do cigarro e oferecia para a pessoa que estava conversando com ela.
Aqui vai o link da materia:
http://www.cbsnews.com/stories/2003/10/23/60minutes/main579657.shtml
5.5.04
Comunidade de guerrilha no Orkut
Surgiu recentemente na web a comunidade Orkut. O serviço foi criado por um engenheiro do Google, chamado Orkut Buyukkokten. Eles dizem que o serviço é independente e não faz parte do portfólio de produtos do Google.
Ao contrário da web, o Orkut tem censura. Quem cometer abusos terá sua conta bloqueada.
A ferramenta é ótima para comunicação de guerrilha. Você pode criar a sua própria comunidade e outras pessoas participam. Já existem algumas marcas presentes nacionais e internacionais. O Dono do bzzagent (agência de boca-a-boca) criou a sua comunidade sobre word-of-mouth. Assim como os funcionários e ex-funcionários da Agência Click.
Nós já fundamos uma comunidade de marketing de guerrilha por lá. A primeira e, por enquanto, única!
Para entrar no orkut é preciso ser convidado por algum membro. Se você quiser entrar, mande um e-mail para orkut@espalhe.inf.br e a gente te convida ; )
Blog de guerrilha
Weblog é marketing de guerrilha na essência. Em 4 milhões de blogs publicados na web, milhões de pessoas expõem seus pontos de vista para uma audiência potencialmente gigante, sem o filtro dos grandes veículos de imprensa. Até aqui, nenhuma novidade. O que é novo é que grandes corporações estão utilizando a ferramenta para criar comunidades e divulgar sutilmente as suas marcas. Gerando simpatia e criando laços com seus consumidores. O interessante é quando a coisa toda é tão sutil que ninguém percebe que se trata de comunicação corporativa.
Algumas sabem fazer melhor do que outras. A Apple faz bem. Você nunca sabe se o blog do maluco que foi em todas as inaugurações das Apple Store pelo mundo (e se fotografou nas filas) existe ou é criação da Apple para chamar atenção da imprensa e estimular o culto a marca.
A Microsoft já não soube fazer tão bem. Saiu no BlueBus que programadores da empresa do Bill Gates lançaram no inicio do mês um blog batizado Channel 9. Atualizado pelo pessoal da empresa, “reúne informações 'privilegiadas' sobre novos produtos, noticias urgentes sobre a companhia e entrevistas com funcionários. A empresa diz que o objetivo é ‘construir uma comunidade’. Mas o pessoal especializado já tá dizendo que (...) o blog seria uma maneira da companhia apresentar seu ponto de vista sem precisar contar com a mídia, que nem sempre lhe é favorável.” Faltou sutileza.
